domingo, 9 de janeiro de 2011

IMPRESSÕES



Não Consigo encontrar as palavras certas
Não posso pensar de você o que pensam, antes que eu pense sozinha...
Pela experiência, pela convivência...
Por que a gente insiste em ver o outro influenciado pelo que os outros dizem?
E não pelo que experienciamos com o próprio?
Estamos, na maioria das vezes, presos às influências do que vemos e ouvimos
Sem que façamos uma investigação mais apurada daquilo ou de quem queremos conhecer.
Por quê?
Por que eu vejo você de um jeito e as pessoas insistem em me fazer ver de outro?
Onde está minha imparcialidade? Aonde se escondeu?
Se algumas pessoas insistem em ver seus defeitos, estou errada em observar tuas qualidades?
Existe alguém totalmente mal em si mesmo? Existe alguém bom o suficiente que não tenha que melhorar algo em si?
O que fazer com minhas impressões? Se eu vejo você assim?
Quem é capaz de dizer quem é você senão você mesmo?
Somos capazes de dizer quem é o outro apenas por observação? As conclusões são relativas?
Gostaria de saber mais e poder medir o que sinto quando te vejo, quando te ouço para não ser injusta comigo e com os seus sentimentos.
É mais um momento de empolgação? De solidão? De carência? De deslumbramento? Ou é a verdade se revelando aos poucos, na caminhada?
Não sei...
O que sei é que quero ser justa, por isso deixo que você mesmo me diga quem és.
Espero poder entender o que queres me dizer, da mesma forma que quero ser e expressar quem sou com justiça e verdade!
Quando eu descobrir quem sou, com certeza eu te direi... Espero receber de ti o mesmo tratamento para podermos prosseguir, ou encerrar a caminhada...

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